<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<rss version="2.0">
  <channel>
    <title>Albertina e o português no botequim</title>
    <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/</link>
    <description></description>
    <language>en-us</language>           
    <generator>Nucleus CMS v3.24</generator>
    <copyright>©</copyright>             
    <category>Weblog</category>
    <docs>http://backend.userland.com/rss</docs>
    <image>
      <url>http://www.musicaeletra.com.br/albertina//nucleus/nucleus2.gif</url>
      <title>Albertina e o português no botequim</title>
      <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/</link>
    </image>
    <item>
 <title>Vamos à crase: o tempo é curto e a vida é bela...</title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=52</link>
<description><![CDATA[E aí, muita crase? ... na sua vida?... na vida de suas palavras?... nas palavras de sua vida?... Ai, ai...<br />
Os cinco últimos posts foram sobre o encontro feliz da Preposição <b>A</b> com outro <b>A</b>... <br />
O importante é  que aquela Preposição bem motivada venha encontrando seus amores da maneira mais  correta  nas frases que você constrói... <br />
Se você se esquecer de que a Preposição<b> A</b> "faz crase" com o artigo <b>A</b>, <b>feminino</b>, na certa vai errar... <br />
Por exemplo, ocorre crase em <b>à direita </b>, por ser locução feminina, mas não há crase em <b>a par</b>, locução masculina.<br />
Assim: <i><br />
Depois da curva, entre na primeira <b>à direita</b></i>.<br />
<i>Estou <b>a par</b> do assunto.</i><br />
Façamos crase, que o tempo é curto e a vida é bela...]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=52</comments>
 <pubDate>Wed, 2 Apr 2008 11:17:12 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Os &quot;ricardões&quot; ( V )</title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=51</link>
<description><![CDATA[Inspirados por um programa humorístico da TV, os brasileiros começaram a usar um termo que acabou por incorporar-se à língua: "ricardão". Ricardão era o nome do amante de uma mulher e, assim, todos os amantes passaram a chamar-de "ricardões".<br />
Já lhes disse que aquela moça - a Preposição <b>A-</b> é muito animada, e o pobre do rapaz, o Artigo <b>A</b>, apesar de muito bonito, costuma ser enganado por ela.<br />
A Preposição não é fiel Basta o Artigo sair para viajar - ou até chegar mais tarde em casa - que a Preposição, se pode, logo arranja uns "ricardões".<br />
Ela "sai" com alguns "as", de :<br />
- "aquele"; Referiu-se a aquele cartão;<br />
- "aquela"; Comparou-se a aquela moça<br />
- "aqueles"; Assistiram-se a aqueles espetáculos<br />
- "aquelas; Dirigiram-se a aquelas praias<br />
- "aquilo.    Referiu-se a aquilo<br />
Veja só:<br />
Referiu-se àquele cartão; Comparou-se àquela moça; Assistiram-se àqueles espetáculos; Dirigiram-se àquelas praias; Referiu-se àquilo.<br />
Dessa forma, sempre que a Preposição <b>A</b> "se encontra" com o Artigo<b> A </b>ou com o<b> A </b>de um "ricardão", como ela fica feliz!... ai, ai... <br />
- Madureira, por favor, um suco...]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=51</comments>
 <pubDate>Thu, 13 Mar 2008 12:23:14 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>O encontro inevitável ( IV )</title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=50</link>
<description><![CDATA[A imaginação  é fértil.<br />
Mal ouvi dizer que aquela mulher e aquele homem - tão bonitos! - serviam de companhia, acompanhavam alguém... e comecei a ter idéias sobre suas "profissões". Mas...  seria possível?<br />
Foi.<br />
Tive certeza. Porque, em dado momento, o rapaz falou: - Eu faço qualquer mulher sentir-se mais mulher!<br />
Para poder contar-lhes o que se passou depois, tenho de fazer umas comparações, que deixem  mais leve minha narrativa.<br />
Imaginemos que... aquela mulher... fosse como a <b>preposição <b>a</b></b>- que acompanha verbos e nomes; por exemplo: <i>oferecer </i><b>a</b> (alguém), <i>dar </i><b>a</b> (alguém), <i>referir-se </i><b>a</b> (alguém, ou a alguma coisa). E, para melhor entender ainda, imaginemos que aquele rapaz se comporte como o <b>artigo</b> <b>a </b>, que, por aparecer antes de palavras femiininas, realmente "faz qualquer mulher sentir-se mais mulher".<br />
De repente, ela o segurou carinhosamente  e disse: - Vamos?<br />
Entendi tudo.<br />
Ele se levantou, todo animadinho. Iriam sair dali para fazer... crase...<br />
E é assim mesmo que ocorre a crase. Observe:<br />
Oferecemos um doce  <b>a a </b>menina:<b> a</b> (preposição de <i>oferecemos</i>) se junta ao <b>a</b> ( artigo de <i>menina</i>)... Pronto! Feita a crase: <b>à</b>.<br />
Ficam muito felizes a Preposição e o Artigo fazendo crase. <br />
Mas... pobre Artigo! A bela mulher não se contenta em ficar só quando ele tem de afastar-se, por alguma razão.<br />
E aparecem os "ricardões".<br />
Vamos conhecê-los mais tarde.]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=50</comments>
 <pubDate>Fri, 29 Feb 2008 12:16:37 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title></title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=49</link>
<description><![CDATA[- Madureira, traga para o Zeca uma caipivodca  especial,  com vodca russa, que ele sabe beber bem e deixou um comentário muito gentil aqui para nós.<br />
Vai, portanto, para o Zeca e a  Cecília   a continuação da história neste <i>post</i>.<br />
Pois aquele rapaz que mais parecia um Apolo atendeu ao olhar da moça, que sugeria caminharem juntos. Atravessou a rua com ela. <br />
Logo em frente havia uma simpática loja de café e foi ali que se sentaram. (Eu, cuirosa, também atravessei a rua, entrei no Café e procurei a mesa que me permitiria ouvir o que falavam.)<br />
- Que você faz? - perguntou ele.<br />
- Eu acompanho...  <br />
Ocorre que eu perdia algumas partes do diálogo e só pude concluir o seguinte: ela era uma pessoa que trabalhava como acompanhante, qualquer coisa assim, e, coincidentemente, ele também. Dizia que nem sempre, mas às vezes servia de companhia a quem precisasse de uma direção, de uma definição na vida.<br />
Tudo o que eu desejava era poder entender com precisão o que conversavam. Mas etava difícil...<br />
- Madureira, prepare  duas caipivodcas, uma para mim, outra para o Zeca. Vamos beber, Zeca, e depois sair, porque após a caipivodca do Madureira ninguém consegue escrever direito... ]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=49</comments>
 <pubDate>Fri, 22 Feb 2008 15:37:47 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Um rapaz que pára ( II )</title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=48</link>
<description><![CDATA[Estávamos na rua, no Centro, Rio de Janeiro, hora de almoço, vendo aproximar-se de uma moça estontente de tanta beleza  um rapaz também muito interessante. <br />
Deve ter quase um metro e oitenta. "Sarado" na medida certa. Corpo perfeito! Usa bermudas brancas e camiseta que lhe deixam ver braços e pernas desenhados por belos músculos aparentes. É moreno de praia, cabelos negros cortados irregularmente, lisos e sedosos. Seu olhar é sério, mas tem um quê de simpatia, parecendo pronto a envolver quem se aproxima.<br />
Cruzam os dois. Ele, para dizer a verdade, não tem a mesma reação dos outros homens em relação à moça. Arrisco dizer que passaria  despercebido, não ficasse ela intrigada com sua indiferença. Talvez tenha sido por isso que parou barrando-lhe a passagem, fixou seus olhos nos dele, virou cabeça e olhos na mesma direção, que apontava para saírem juntos dali. <br />
Sem reagir, ele pôs-se ao lado dela. Foram para a beira da calçada. Iam atravessar a rua. <br />
- Madureira, por favor, faça uma caipirinha com apenas uma colher de aguardente. Complete com gelo e água.<br />
Essa história merece um drinque.]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=48</comments>
 <pubDate>Wed, 20 Feb 2008 10:34:59 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>A mulher que passa ( I )</title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=47</link>
<description><![CDATA[Dizem que ela é fascinante. Alta, não muito magra, morena, cabelos castanhos dourados pelo sol, compridos e lisos, mas com um corte irregular. Medidas perfeitas, um corpo que se move num jeito de andar que só a mulher brasileira pode deixar tão leve e  com aquele  certo molejo perturbador.<br />
Precisa de alguém. Mas não de qualquer um. Ela é uma mulher, por assim dizer, de certa forma seletiva, mas insaciável.<br />
Pois é essa mulher que vem andando por uma rua do Centro do Rio de Janeiro. Hora do almoço. Eu, na pequena varanda de um sobrado, observo que, nas calçadas, de um lado e do outro, os homens param, se desnorteiam, se esbarram, mas não tiram os olhos de um ponto qualquer, que ainda não consigo ver. Curiosa, desço às pressas. <br />
Na rua, começo a entender. Os homens vêem o que de cima as marquises não me permitiam enxergar. É ela,que vem caminhando pela mesma calçada onde estou.<br />
É uma mulher muito atraente. Traz uma simplicidade, uma candura - mas ao mesmo tempo um tempero sensual no andar - que deixa os homens transtornados. Usa short e  camiseta pólo brancos e tênis da mesma cor. O branco ilumina o ouro de sua pele e parece ficarem ainda mais bonitas suas pernas e braços,  de músculos desenhados sem exagero.<br />
Aqueles homens que param, ou  que param  os carros, seriam capazes de tudo para receber um sorriso da mulher que passa. Mas ela é séria, anda como se desfilasse sua graça e beleza sem interesse em agradar ninguém, além dela mesma.<br />
Foi bem na minha frente que tudo aconteceu. Ela se aproxima da porta e eu posso perceber que de perto é mais bonita ainda.<br />
Em sentido contrário, mas parecendo que iria a seu encontro, um rapaz muito interessante. Começo a pensar: “Como pode haver duas pessoas tão especiais?”<br />
Não fique aí pensando que a história acaba com o tradicional “Casaram e foram felizes para sempre” porque estamos no Rio de Janeiro, pleno século XXI e tudo pode acontecer.<br />
Sobre ele e o que  houve com os dois conto amanhã. Afinal, nem conhecemos direito o rapaz...<br />
]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=47</comments>
 <pubDate>Tue, 19 Feb 2008 10:39:53 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Só de passagem</title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=45</link>
<description><![CDATA[Ia passando, não resisti. Como encontrar o Fábio e não bater um papo?<br />
- Madureira, não sei se foi o tempo que passou, não sei se a doce presença da companhia, mas esse suco está gostoso demais!<br />
Aliás, Fábio, vai em homenagem a você a história de amanhã. Virá aqui uma mulher especial. E eu não posso deixar de apresentá-la a você. <br />
Na verdade, já a conhecemos de longa data, mas ela passa despercebida muitas vezes. E nem sempre é bom deixá-la só...<br />
Bem, amanhã eu conto.<br />
Obrigada pela companhia, Fábio. Pode preparar para fechar, Madureira.<br />
Até amanhã.]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=45</comments>
 <pubDate>Tue, 19 Feb 2008 00:21:10 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>&quot;Eu voltei, agora pra ficar...&quot;</title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=44</link>
<description><![CDATA[Desculpem, faltou a placa "Fechado para reforma". Na verdade, não estava fechado, mas isto parecia mais um museu que um botequim: nada novo... Fiquei sem carregar o estoque durante algum tempo, e hoje escrevo a primeira mensagem de 2008. Afinal, a semana útil do ano começou no dia 11, segunda-feira depois do carnaval... <br />
- Madureira, obrigada por deixar tudo tão bonito para a nossa volta. Traga um suco, por favor.<br />
Começo agradecendo a quem deixou um comentário: <br />
<i>"Luisa Silveira wrote:<br />
Achei esse blog e adorei, parabéns <br />
03/01/08 00:30:28"</i> Luísa, obrigada por suas palavras. Quem escreve um blog fica sempre muito feliz quando encontra uma mensagem. <br />
Ao copiar o recado de Luísa, acabei por, inadvertidamente, excluir o <i>post</i> a que se referia o recado. Escrevi outro, com a mesma idéia e será o que vem a seguir.<br />
Depois, falarei uma mulher de dar inveja às outras, e de deixar qualquer homem - quando digo "qualquer" é qualquer mesmo - ou com muita raiva, por querer ser como ela, ou completamente atordoado com sua beleza e dotes para fazer feliz qualquer um que... Bem, depois eu conto.<br />
]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=44</comments>
 <pubDate>Sat, 16 Feb 2008 11:04:16 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title>Ah! mas “eu preciso aprender a ser só”...</title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=42</link>
<description><![CDATA[Há pessoas que não sabem viver sozinhas. Precisam de alguém para usar como se fossem muletas.<br />
É o caso de alguns irmãos: o mais velho tem  por obrigação carregar  o mais novo para onde for; por mais que peça “Fique ali, eu estou olhando você daqui” o pestinha não solta a mão do irmão - quando não agarra as suas calças e segura bem firme para não soltá-las nunca.<br />
E as mulheres que “grudam” nos maridos, noivos, namorados? Não vão a lugar nenhum sem os “companheiros” e - pior - não deixam que eles também saiam com os amigos. Fazem isso e justificam: em nome do amor.<br />
Mas não só as mulheres. Há homens que sufocam. Arranjam um jeito de prender a mulher só a eles e dizem que é por cuidado, para preservá-las. Como se elas fossem  perfeitas teleguiadas.<br />
Curiosamente, dominadores e dominados têm atitudes diferentes, ao estar sozinhos ou acompanhados. Como se a vida para eles tivesse um outro sentido, dependendo da companhia, ou da falta dela.<br />
Não saber viver só, de forma independente, também é característica de algumas palavras. <br />
Pense no verbo “gostar”. Não se pode dizer “Eu gosto fruta” porque é necessário ao verbo vir acompanhado de uma palavra que não larga dele de jeito nenhum: é a preposição “de”, “gostar de”; e é  sempre asssim.<br />
Há os verbos que mudam de sentido, sozinhos, ou com preposição. Pense no verbo “implicar”: “A professora implica com as piadas do Joaãozinho”, isto é, ela demonstra antipatia pelas piadas do aluno. Mas veja só o mesmo verbo, “implicar”,  sem preposição: “Atitudes erradas implicam punições”. Entre o verbo “implicar” e seu complemento (“punições” ) não pode haver nenhuma preposição, porque, sozinho, ele significa “pressupor”: “Atitudes erradas pressupõem punições”.<br />
É claro que o falante às vezes “inventa” preposição onde não existe. Com o verbo “implicar” mesmo, em que, por desconhecimento da norma culta, usam a preposição “em”, que não acompanha esse verbo. Mas isso é outra conversa.<br />
<br />
]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=42</comments>
 <pubDate>Sat, 16 Feb 2008 10:49:08 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title>Sujeito triste esse sujeito separado...</title>
 <link>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=38</link>
<description><![CDATA[          Conheço um sujeito que considera parte dele, inseparável, aquilo que ele tem como  a continuação de sua vida.<br />
<br />
          É bem verdade que nem sempre é bonita "a companheira". E quando, além de feia, é chata, não há quem agüente. <br />
<br />
          Aqui, não é ele que se separa, entenda-se bem, ele é separado... E fica sem ter quem o complete, quem fale dele, mesmo que seja sem carinho. Ele fica sendo chamado, aqui e ali, mas sempre sozinho.<br />
<br />
          Veja se não é assim:<br />
<br />
<b>JOSÉ  MARIA  GUIMARÃES  PEREIRA  foi casado com a menina mais bonita do bairro</b>. <br />
<br />
           O sujeito <i>não está nem aí </i> porque perdeu a menina! Ficará triste mesmo é se for separado por vírgula da parte da frase que fala dele. <br />
<br />
          Dessa forma, <b>não se pode usar vírgula entre  JOSÉ MARIA GUIMARÃES PEREIRA e o resto da frase, que fala alguma coisa sobre ele. </b> A vírgula depois de PEREIRA transformaria JOSÉ  MARIA  GUIMARÃES  PEREIRA em vocativo, como se ele fosse chamado em todo canto: JOSÉ  MARIA  GUIMARÃES  PEREIRA<b>,</b>vem cá...<br />
<br />
          Portanto: não se separe por vírgula o sujeito e o verbo.<br />
<br />
          Entre em nossa campanha: <br />
<br />
          FAÇA  UM  <b>SUJEITO </b> FELIZ: NÃO  O  SEPARE  DE  <b>SEU</b>  PREDICADO!<br />
<br />
          (Se isso é uma questão de gênero, deixe para eles. Para nós, só um problema de pontuação... )]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://www.musicaeletra.com.br/albertina/index.php?itemid=38</comments>
 <pubDate>Mon, 22 Oct 2007 12:13:24 -0200</pubDate>
</item>
  </channel>
</rss>